Se chegaste até aqui, talvez estejas a pensar: "Será que a terapia é para mim?" ou talvez apenas sintas curiosidade sobre como funciona este processo.
Muita gente acredita que fazer terapia é apenas ter um lugar para "falar dos problemas" ou simplesmente "conversar". Embora a conversa seja o principal veículo de trabalho entre terapeuta e cliente, a terapia vai muito além disso.
Um Espaço Seguro
A terapia é um espaço seguro onde podes olhar para ti e para as tuas questões, de uma forma que talvez nunca tenhas tido oportunidade de fazer. É um lugar onde se exploram não só as dificuldades e as dores, mas também os teus sonhos, as tuas forças e as tuas habilidades.
O Papel do Psicólogo
Como psicóloga, não estou acima de ti nem à tua frente. Estou ao teu lado. Não tenho todas as respostas, nem posso tomar decisões por ti. Mas posso caminhar contigo, ajudando-te a olhar para os "pontos cegos" que podem estar a dificultar o teu autoconhecimento.
Juntos, podemos avaliar o que faz sentido para ti e, a partir daí, construir um caminho que te aproxime de uma vida que desejas viver.
Cada pessoa é única
Cada um traz a sua história, a sua bagagem, que a faz ser quem é. Há muitas variáveis para as mesmas coisas, e uma infinidade de possibilidades, por isso, não há uma "receita de bolo", e por isso, não há respostas prontas.
O que faz sentido para uma pessoa pode não fazer para a outra. E é justamente por isso que a terapia é um processo tão singular, moldado pela tua história, pelas tuas necessidades e pelo teu ritmo.
Um Processo Ativo e Colaborativo
Gosto sempre de lembrar aos meus clientes que a terapia não é um processo passivo, muito menos um espaço onde vais para receber conselhos. O processo terapêutico é colaborativo e profundamente ativo.
Isso significa que és o protagonista deste caminho. E isso requer disposição para experimentar mudanças, questionar velhos padrões e, com coragem e apoio, escrever novos capítulos da tua história.
A Relação Terapêutica
A nossa relação, chamada de relação terapêutica, é como um trabalho em equipa. Ela começa a ser construída desde o primeiro contacto, com base no diálogo, no respeito e na confiança mútua.
A Realidade do Processo
Para finalizar, quero ser sincera contigo: o processo terapêutico nem sempre é um mar de rosas. Haverá momentos desconfortáveis. Crescer, sair da zona de conforto (que muitas vezes nem é tão confortável assim) ou mudar velhos hábitos dói um bocadinho (ou um bocadão, como eu costumo brincar).
Mas esse desconforto é necessário. E será entremeado por espaços de relaxamento, acolhimento, risos e descobertas bonitas, que fortalecem e mostram a tua capacidade de superar o que antes parecia impossível.
Basta chegares, permitires-te viver esta experiência e seres quem és. O resto, construiremos juntos.
Com carinho, Pâmela B. Estou aqui para caminhar contigo nesta jornada de autoconhecimento.

